quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Programa de Áudio no Baixaki

"Crie músicas totalmente novas de forma fácil, sem precisar instalar nenhum programa pesado no computador."


Quem procura programas de edição de áudio tem a sua disposição uma grande diversidade de opções: há desde ferramentas para leigos, que somente possuem algumas opções simples, até opções capazes de realizar projetos com qualidade profissional, direcionados para DJs e produtores de áudio que trabalham na área. Porém, uma constante se mantém: a maioria das opções disponíveis é bastante pesada e exige boa quantidade de memória RAM para serem executadas corretamente.
O Myna é uma ótima opção para quem procura um jeito de editar projetos de áudio e criar músicas totalmente novas de forma fácil, sem precisar instalar nenhum tipo de aplicativo no computador. Isto é possível através do uso da plataforma Flash, que garante uma grande variedade de opções ao mesmo tempo em que é mantida a qualidade e estabilidade do produto.


O limite é a criatividade do Usuário!

O principal objetivo do aplicativo está na criação de faixas de áudio dançantes utilizando uma série de loops (repetições de determinados trechos de uma música) e efeitos disponíveis. A livraria de áudio disponível é bastante extensa e abrange diversos estilos, passando pelo rock, música eletrônica, hip hop até composições clássicas. Quem manda na ordem de aparição de cada efeito é o usuário, que tem controle total sobre o número de efeitos utilizados e a duração de cada trecho de áudio.
Como forma de permitir que o usuário faça músicas complexas, o Myna possibilita a utilização de dez faixas de áudio diferentes, que podem ser utilizadas de maneira alternada ou simultânea. Cada uma delas pode ser renomeada conforma a preferência de quem utiliza o programa, facilitando a organização do projeto realizado.


Por exemplo, enquanto determinada faixa pode ser reservada para os solos e efeitos de guitarra, outra pode ser utilizada para repetições vocais, enquanto os teclados são colocados na faixa seguinte. Isso só para citar uma das várias formas de utilização do programa. Adicionar um novo efeito é bastante fácil: basta o selecionar entre as diversas categorias disponíveis e arrastá-lo para a faixa que deseja utilizar, escolhendo livremente a posição que deve ocupar.
O número de efeitos disponíveis é bastante extenso, permitindo diversas horas de experimentação. Até o usuário mais avançado vai se surpreender com a quantidade de loops, introduções e instrumentos disponíveis para utilização. E o melhor de tudo, você é livre para ajustar cada efeito da forma que preferir: não gostou do tom de determinada faixa de guitarra? É só modificá-lo. Gostou de determinado trecho, mas dispensaria o final? Basta arrastar o mouse para que ele seja eliminado.

Utilize arquivos presentes no computador
Caso você deseje fazer a mixagem de alguma música já existente, basta fazer o upload dela para a base de dados do programa. Todos os efeitos adicionados pelo usuário podem ser acessados facilmente, bastando clicar no botão “Imported”, localizado no lado esquerdo da janela do Myna. Os formatos compatíveis são WAV, AIF, MP3, WMA, M4A e OGG.
Embora o aplicativo tenha como objetivo principal realizar a gravação de músicas complexas, é possível utilizar o Myna como um editor de áudio simples, realizando cortes e adicionando efeitos a músicas e gravações de voz. Há suporte para a utilização de microfones, o que possibilita a gravação de falas pelo usuário nos projetos em que trabalha.

É preciso ressaltar o fato de que o Myna, apesar da interface de uso que permite obter facilmente resultados satisfatórios, definitivamente é um aplicativo que requer tempo para ser dominado completamente. Portanto, caso você realmente deseje criar faixas que surpreendam outras pessoas, prepare-se para passar um bom tempo na frente do computador brincando com todas as possibilidades do aplicativo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A importância do storyboard


video em inglês sobre a importância do STORYBOARD não só para a produção de desenho animado, mas também para  muito filmes chamados de "live action". 




quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Curta " A flor"





O sacrifício na conquista de uma flor; ou de duas; ou de nenhuma.

"Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que a fez tão importante".

Curta metragem produzido por raros curitibanos numa linda tarde nublada no Parque Barigui.
Dirigido por Marcos Farion.
Inspirado na música "A Flor" da banda Los Hermanos.

- Conquistou MENÇÃO HONROSA no Festival PUTZ IV!



Juliane Krainski

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Curta 3D- Os anjos do Meio da Praça

http://www.youtube.com/watch?v=cs5C5MdAIuM&hd=1



curta brasileiro bastante premiado, mostrando que técnica
e talento existem de sobra aqui no Brasil

Morte e vida Severina em Desenho Animado

Segue o link da animação 2D e 3D "Morte e Vida Severina" que deve estreiar na tv em 2011. Produção nacional de qualidade.  


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Design Super Criativo

Fugir do convencional, do lugar comum, deve ser sempre a
regra pra quem quer criar algo interessante e criativo. 



Sofá para leitura

Quadros de Quinas

Cortador de Pizza

Jarra "Tetas de Vacas"

Luminária de Xícaras

Pra quem gosta de cortar legumes no colo...
Chuveiro com cortina
Chuveiro ou cascata? Você escolhe!
Sapateira

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Documentário: Levante a sua voz - Parte 2

Documentário: Levante a sua voz - Parte 1







Documentário produzido pelo grupo InterVozes, que luta pela democratização da comunicação no Brasil. O vídeo mostra ter influencias (na linguagem visual) do curta "Ilha das Flores".


Sugerido por Márcio Counha Carlomagno

Programa sobre Animação Brasileira

Pessoal, segue o link sobre o programa de animação brasileira.

http://www.youtube.com/watch?v=7UfgwbDZQ0s

Dica de Site

 

 
Entrem no site e confiram mas videos
http://everynone.com/

 Sugerido pelo Arthur Ferreira

O sentido da Arte


Há coisas que nunca imaginei que viveria para ver. Elas incluem assistir ao PT no comando da fisiologia nacional (sim, "mea culpa, mea maxima culpa", eu fui um dos trouxas que acreditaram que o partido era "diferente") e testemunhar o pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que os trabalhos do artista pernambucano Gil Vicente sejam excluídos da Bienal de São Paulo, que começa neste sábado.
É verdade que os desenhos da série "Inimigos" são fortes. Eles retratam o próprio artista atentando contra a vida de figuras públicas como Lula, Fernando Henrique Cardoso, Bento 16 e o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Mas, como já escrevi algumas vezes neste espaço, ninguém precisa de licença para dizer o que todos querem ouvir. Para fazer sentido, as garantias constitucionais à liberdade de expressão precisam ser robustas. Devem necessariamente abranger discursos, textos e imagens capazes de chocar e até de causar a revolta de parcelas da sociedade. Que boa parte dos cidadãos não entenda isso e proteste contra a exibição de obras específicas é esperado; que o presidente da OAB caia nessa mesma esparrela e advogue pela censura é sintomático da decadência dessa instituição, que já desempenhou papéis mais nobres na história deste país. Mas não pretendo, na coluna de hoje, falar mal da OAB. Isso eu já fiz num texto mais antigo. O que eu quero discutir é a arte.
Para que diabos ela serve? A questão é das mais polêmicas entre neurocientistas. A exemplo do que se dá com a religião, os especialistas podem ser divididos no bloco dos que acreditam que a arte é uma adaptação humana obtida por seleção natural e o dos que pensam que ela é apenas um efeito colateral resultante da forma como nossos cérebros estão montados. No último grupo encontram-se pesos-pesados do neodarwinismo, como o eterno Richard Dawkins, Stephen Jay Gould e Steven Pinker. No primeiro, estão o próprio Charles Darwin (para ele, o senso estético era uma faculdade intelectual fruto da seleção), a antropóloga Ellen Dissanayake, o psicólogo Geoffrey Miller, e a dupla dinâmica da psicologia evolutiva, John Tooby e Leda Cosmides, que mudaram de lado, abandonando a tese da arte como subproduto para abraçar a teoria da adaptação. Mas prossigamos com um pouco mais de calma, pois essa é uma questão extremamente controversa e que envolve conceitos complicados.
Dawkins, Gould e Pinker relutam em aceitar a arte como adaptação porque isso teria implicações profundas sobre a biologia. Em primeiro lugar, mesmo que recuemos o comportamento artístico para uns 50 mil ou 100 mil anos atrás (e poucos ousam ir mais longe), esse ainda é um período curto demais para que a evolução tenha deixado marcas em nossos genes.
Outra objeção forte é que admitir o caráter adaptativo da arte abre um flanco para a noção de seleção de grupo, vista com grande desconfiança pela linha dura do darwinismo. A ideia, defendida principalmente por Dissanayake, é que a arte teria sido selecionada porque, ao reforçar a coesão do grupo através de cantos e danças comunais, por exemplo, ela o tornaria mais apto a enfrentar bandos rivais e sobreviver. O problema com a seleção de grupo é que ela não é lá muito estável, porque sempre valeria a pena para indivíduos egoístas pegar uma carona na coesão grupal sem dar sua justa contribuição. Eles teriam maior sucesso reprodutivo, espalhando genes menos colaborativos. Seria assim muito difícil fixar num "pool" genético qualquer características que favorecem o grupo.
É por essas e outras que Pinker classifica a arte como "cheesecake mental", algo sem valor adaptativo em si, mas que explora, como as comidas gordurosas e doces, os mecanismos biológicos que nos dão prazer. Uma outra analogia válida é com as drogas recreativas. Seria até ridículo imaginar que elas representam uma adaptação, mas é inegável que afetam, e muito, nossos cérebros, proporcionando prazer em doses tão cavalares que podem mobilizar toda nossa atenção neuronal, como no caso do vício.
A exemplo do neurocientista Michael Gazzaniga, autor de "Human: The Science Behind What Makes Your Brain Unique", acho mais prudente não tomar partido nessa polêmica, mas apenas expor o que me parecem ser os melhores argumentos de cada lado. E, por falar em argumento, Geoffrey Miller, tem um interessante. Para ele, a arte é o resultado da seleção sexual. Ela está para o gênero humano como a cauda do pavão está para a família dos fasianídeos: uma exuberância biologicamente custosa que só existe porque atribui a seu detentor inequívoco sucesso entre as fêmeas, o que se traduz em importante vantagem reprodutiva.
Curiosamente, a teoria de Miller acaba explicando um pouco da demografia da arte: considerados os grandes números, a maioria dos artistas são homens no pico da atividade sexual. São ideias que, se levadas muito a sério, tiram algo da transcendência da arte e nos aproximam dos canários. Mas quem disse que pássaros, ao cantar, não experimentam a versão aviária da transcendência?
Outro ponto interessante é o da ficção. Foi ele que fez com que Tooby e Cosmides mudassem de posição. OK, todo mundo está cansado de saber que a arte é um universal humano. Não há aldeia indígena, por mais remota que seja, que não faça alguma coisa pragmaticamente inútil com penas e sementes e não se reúna para cantar e dançar. Mas isso não é tudo. A ficção, isto é, histórias inventadas também são universais e, exceto por fundamentalistas religiosos, ninguém as toma por realidade. Já desde a mais tenra idade aprendemos a diferenciá-las. Para os dois pesquisadores, esse mecanismo de decupagem é um sinal de adaptação. Confundir fatos com ficções é, evidentemente, perigoso, como o provam os homens-bombas que imaginam ir para um paraíso repleto de virgens (Alcorão 44:54 e 55:70) e "mancebos eternamente jovens" (Idem 56:17). Se desenvolvemos um sistema para operar a distinção e aparentemente estamos todos dotados com a capacidade de extrair prazer de narrativas inventadas, isso implica que a experiência ficcional é benéfica. Ponto para a adaptação.
Resta apenas explicar como ela pode ser benéfica. Já abordei com algum detalhe esse tema na coluna " A título de brincadeira" publicada em junho. O que vale a pena reter é que a ficção nos proporciona a possibilidade de "viver" determinadas situações. A experiência pode não ser tão intensa como na realidade e, embora isso atenue as sensações, também nos preserva dos perigos. Assistir no cinema a alguém sendo devorado por tubarões é mais seguro do que presenciar a cena "in loco". Sempre pode sobrar uma dentada. Essa simulação segura é, em geral, uma boa oportunidade de aprendizado, seja para lidar com as próprias emoções, seja para adestrar-se numa atividade relevante. No mundo animal, as brigas de brincadeira entre filhotes são uma forma de aprendizado para a luta --sem o risco de ferimentos.
É exatamente isso o que faz Gil Vicente ao "atentar" artisticamente contra Lula, FHC "et caterva". De um só golpe, ele exibe seus dotes para o desenho, nos faz experimentar emoções e quem sabe até refletir. É o verdadeiro sentido da arte. Só a OAB não percebe aqui a diferença entre ficção e realidade.

Hélio Schwartsman

Deficientes visuais imaginam presidenciáveis e ilustrador monta retrato falado

Alguns pessoas fecham os olhos para a política brasileira e conhecem os candidatos de "ouvir falar". 
Mas, nesse caso, não é por má vontade com aqueles que vão governar o país.
Como um cego imagina Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV)? A pedido da Folha, o ilustrador Gilberto Lefèvre escutou as impressões que três deficientes visuais têm sobre os presidenciáveis. A partir daí, produziu um retrato falado de cada candidato.
"A gente olha a aparência e julga caráter", disse Lefèvre. "Eles, não. A partir do caráter, formam a aparência." 

Matéria Publicada pela versão online do jornal Folha de São Paulo em 19/9/2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Animação Francesa em 3D - Parte 2

Animação Francesa em 3D - Parte 1

Legendas em Inglês :)

Stopmotion de Luz





Video Sugerido pela Nina Tschumi

Grande Fotógrafos do Mundo

Cig Harvey

Cig Harvey é uma fotógrafa inglesa actualmente a viver nos Estados Unidos.

JAN SAUDEK

Jan Saudek nasceu em 1935 em Praga. Começa a trabalhar como fotógrafo em 1950 ao mesmo tempo que se inicia na pintura e desenho, mas só a partir de 1984 é que se dedica á fotografia a tempo inteiro.

 

Mais Fotógrafos e fotos aqui:http://fotografosdomundo.weblog.com.pt/

Artista que "matou" Lula e FHC em obras na Bienal diz que sua "lista é muito maior"

O artista pernambucano Gil Vicente, 52, que está no centro de uma polêmica com a obra "Inimigos", em que ele aparece cortando a garganta do presidente Lula e atirando contra personalidades como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que tem "uma lista muito maior" de personagens para a série.
"Eu não queria desenhar ninguém matando, eu queria desenhar a mim mesmo matando", afirmou. "Não pouparia ninguém desses assassinatos, de jeito nenhum. Pelo contrário, eu tenho uma lista muito maior, representando vários tipos de poder, em vários lugares do mundo."
Marcelo Justo/Folhapress

             Obras do artista Gil Vicente, em que ele faz autorretratos polêmicos nos quais mata FHC e Lula

A série "Inimigos" será exposta na 29ª Bienal de São Paulo, que abre ao público no próximo dia 25. A polêmica em torno dela foi desencadeada pelo pedido feito nesta semana pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) para que os trabalhos sejam removidos, por fazerem "apologia à violência e ao crime".
Além de cortar a garganta de Lula e atirar contra FHC, Gil Vicente também alveja em seus desenhos o Papa Bento 16, a rainha Elizabeth e o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad e o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush.
O atual governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o ex-premiê de Israel Ariel Sharon são outras de suas vítimas.
A Fundação Bienal classificou como tentativa de censura a manifestação da OAB-SP e reafirmou a exibição da obra.
Gil Vicente diz ter achado "curioso" que a reação contrária à sua obra tenha acontecido apenas em São Paulo. "Expus em 2005 em Recife, e depois em Natal, em Campina Grande, em Porto Alegre, e em canto nenhum houve esse tipo de reação", afirmou.
Quanto à acusação de que sua obra incite à violência, ele diz: "apologia ao crime é o que o nosso governo faz o tempo todo, é o que os políticos fazem, como roubar dinheiro público".
Curador da 29ª Bienal, Agnaldo Farias assinalou que a Bienal não excluirá a obra. Os desenhos vão continuar expostos e com localização estratégica, aos olhos do visitante que sobe a rampa para o segundo andar do pavilhão de Oscar Niemeyer.
O artista diz que sua intenção com a obra foi "descarregar o inconsciente".
Além de "Inimigos", Gil Vicente expõe na Bienal uma série de desenhos pornográficos feitas em páginas de livro. 


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Vídeo com projeção de efeitos especiais

O que torna algo diferente, interessante, criativo?



Algo que nunca havia sido tentando antes, que atrai o interesse das pessoas por ser inusitado.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

The pen Story

Mais um vídeo com a técnica de pixelation (stopmotion)


Bienal do Design 2010 em Curitiba

No próximo dia 14 de setembro, terça, começa em Curitiba, Paraná, um panorama extenso e atualizado do design brasileiro contemporâneo. Cerca de 270 projetos, selecionados por um grupo de pesquisa em escritórios, núcleos de produção e escolas de todo o país estarão na Bienal Brasileira de Design 2010. 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Quem quer ser um Cineasta? Cap. 2 Para Roteiristas e Compositores



  • Los Angeles é repleta de concursos de roteiros  e festivais de pitch. Em geral eles são caros (porque fazem parte de algum seminário ou oficina) e tem prazos curtos, inviabilizando o acesso para pessoas fora de LA. Uma exceção é a Champion Screenwriting Competition, que está aceitando inscrições até dia 30 de  julho. Roteiros devem ser em ingles, originais (adaptações não são aceitas) formatados no estilo usual, e podem ser de longas e curtas. Inscrições custam 55 dólares para longas e 25 dólares para curtas. Os vencedores – três principais, mais um prêmio especial para a categoria terror – recebem entre mil e dez mil dólares, mais uma série de bônus importantes para quem quer mesmo trabalhar profissionalmente: consultoria, inscrição em sites da categoria, (inclusive no portal de pitches VirtualPitchFest) e, o mais importante, submissão a várias agencias e produtoras de LA.
  •  Com a indústria do disco em crise permanente, e turnês e shows muitas vezes inacessíveis para artistas internacionais ou emergentes, a grande solução para lançar ou expandir uma carreira é ter uma canção incluída num comercial,  videogame, série de TV ou filme. Um caminho seguro para isso é a agencia Zync Music, especializada em colocar músicas pre-existentes em produtos audiovisuais. A Zync mantem contato estreito não apenas com todos os estudios, produtoras e supervisores musicais mas tambem divulga o trabalho de seus agenciados (Guillemots, Maximo Park, Gomez, Kyoto Jazz Massive, Carmen Rizzo, Coldcut, Fila Brazilia, entre muitos outros) em CDs que envia para uma bem escolhida seleção de radios e talk shows. O resultado: a estreante (e excelente!)  banda inglesa The Heavy foi, em questão de meses, do status de ?? para estrela do programa de David Letterman…

Quem quer ser um cineasta?


 Quem batalha nestas trincheiras sabe que a oportunidade miraculosa de virar sucesso da noite para o dia é mais lenda que fato. Lançar e principalmente estabelecer uma carreira na industria – aqui ou em qualquer mercado desenvolvido – é quase sempre o resultado de muito trabalho, paciência, talento e sorte, em doses mais ou menos iguais. Mas de vez em quando chances aparecem. Duas delas, legítimas e comprovadas, estão disponíveis neste momento:

  • Você acha que consegue criar um comercial em formato quicktime, com roteiro, criação, cenários, atores, música, montagem? Então produza o seu e mande (via upload) para o mais novo concurso da MOFILM, durante o próximo London Film Festival. O tema: qualquer uma das marcas Unilever, que incluem produtos de higiene e beleza (Dove, Axe, Rexona) e alimentícios (Kibon, Ben & Jerry's, Knorr, Lipton). Os escolhidos recebem passagem e hotel para a final durante o festival, e os comerciais vitoriosos abrem portas importantes no mundo da publicidade, como atesta o recente evento da MOFILM aqui em LA (para escolher os finalistas do consurso Walmart) apresentado por Jon Landau, produtor de James Cameron e apoiador entusiasmado da iniciativa. Dica: os produtos com menos concorrentes, até agora, são a marca Lifebuoy de produtos bactericidas, os detergentes Surf e as pastas de dente Close Up. O prazo se encerra dia 15 de setembro.
  • Você adora filmes de terror e sci fi? Sempre sonhou ser o próximo John Carpenter, JJ Abrams ou  Robert Rodriguez? Inscreva seu webisode no simpaticíssimo Shriekfest, o único festival de cinema fantástico independente de Los Angeles. Criado, dirigido e tratado com enorme carinho pela valente Denise Gossett – atriz que já foi assassinada de modos diversos e variados numa infinidade de filmes do gênero e adjacencias – o Shriekfest é uma rara porta escancarada para novos realizadores do setor terror/sci fi  e serve como um bom pontapé inicial para quem tem talento e originalidade.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Vídeo Interessante

Esse video, é um exemplo da técnica de pixelation (stopmotion com pessoas ou objetos) e foi indicado pela Renata Weber.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=DKWdSCt4jGE&feature=player_embedded

Jonas, Só mais Um



Este curta faz parte do projeto Marco Universal, é apresentado e conduzido in loco pelo ator Caio Blat. Narra a história do assassinato do jornaleiro Jonas Eduardo Santos de Souza, executado ao ser barrado indevidamente na porta do banco Itaú com um tiro no peito pelo segurança da agência, no centro do Rio, em 22 de dezembro de 2006. O senhor Antonio, pai da vítima, trabalha para Caio como pedreiro. "Constrangido, o senhor Antonio me pede desculpas toda vez que precisa faltar ao trabalho para comparecer às audiências, já que a posição do Itaú é aguardar a decisão da Justiça", diz Caio. Nove meses depois, no dia 18 de julho de 2007, iniciou-se o julgamento do segurança Natalício Marins.

Cinemátika



A Cinemátika é uma produtora de vídeo situada na região da Grande São Paulo. A produtora realiza vídeos empresariais e de cunho cultural, como o caso do documentário Jogo Cego.
No site da Cinemátika há informações sobre vídeos empresariais e os custos para produzi-los.

Segue o link: http://cinematika.com.br/